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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

UCL Playoffs (oitavas-de-final) – Parte 1

Companheiros ludopédicos,

Primeiramente, é um prazer iniciar como blogueiro do Diga: Futebol e espero contribuir com postagens e comentários acerca deste apaixonante esporte que é o Futebol.

Nesta semana teve início o mata-mata do campeonato de clubes mais importante do mundo: a Liga dos Campeões da UEFA. A temporada 2011/2012 segue seu curso com os 16 melhores times do velho continente enfrentando-se em jogos de ida de oitavas-de-final acontecendo nesta semana e na próxima. Os jogos de volta serão realizados no começo de março e muitas emoções já estão reservadas pelos duelos ocorridos na terça e quarta passadas.

Em Leverkusen, o time que encanta o mundo fez o que se esperava. O Barcelona conquistou uma importante vitória fora de casa contra o Bayer, que coloca os espanhóis em situação confortável para o duelo no Camp Nou.

Contudo, o atual campeão europeu teve muita dificuldade na primeira etapa. Apesar de seu jogo de toques rápidos e muita posse de bola (78%), o Barcelona sofreu com a forte marcação imposta pelo time alemão. A postura do Bayer no primeiro tempo obrigava os catalães a forçar jogadas individuais e abusar de lançamentos para seus atacantes.

E foi desta forma que, contando com a genialidade de Messi, o Barça abriu o placar aos 40 minutos após lindo passe do argentino para Alexis Sánchez em velocidade colocar entre as pernas do goleiro Leno. 1x0.

Logo no início da segunda etapa, o Bayer empatou 1x1. A jogada começou com o brasileiro Renato Augusto pelo (único?) ponto fraco do time de Pep Guardiola, o lado esquerdo da defesa. O zagueiro-lateral Abidal não conseguiu bloquear o cruzamento e Kadlec subiu mais alto que Sánchez para testar firme para o gol.

Seis minutos mais tarde, aos 10, Fàbregas colocou Sánchez novamente em ótima posição. O atacante chileno tirou do goleiro e fez seu segundo no jogo. 2x1 Barcelona.

Após o gol, o time alemão se lançou ao ataque e Valdés teve certo trabalho. Porém, o Barcelona tem Lionel Messi. O argentino por pouco não fez um belíssimo gol: depois de colocar entre as pernas do defensor, ele tocou por cima de Leno e a bola caprichosamente bateu na trave. Já nos minutos seguintes veio sua premiação, Dani Alves foi lançado pela direita e, com chances definir, o lateral decidiu tocar para meio da área. La Pulga se esticou e fechou o placar. 3x1.

No jogo de volta, o técnico espanhol terá a possibilidade até de poupar alguns jogadores pelo belo placar construído na BayArena. Contudo, pela distância na tabela para o Real Madri e o título do campeonato nacional longe, o Barcelona deve contar com todo elenco para selar a classificação.

Aos alemães, resta somente partir para cima no confronto na Espanha, além de apostar suas fichas nos retornos de Ballack, Derdiyok e Sam.

No segundo duelo desta terça-feira, o Lyon jogou em casa contra o Apoel, surpresa da competição, e venceu por 1x0 depois de pressionar durante todo o jogo.

Os cipriotas, embalados pelo primeiro lugar na fase de grupos (deixando Porto e Shakhtar Donetsky para trás), foram à França com a proposta de empatar ou perder de pouco. E foi exatamente o que aconteceu.

Armado na retranca desde o início, o Apoel deu apenas um chute a gol durante toda a partida aos 43 do segundo tempo. E, mesmo com a bola ficando boa parte do primeiro tempo no campo de ataque do Lyon, não foi suficiente para o placar ser inaugurado.

Os franceses conseguiram furar o bloqueio adversário somente aos 13 do segundo tempo após chute forte de Lacazatte. O zagueiro Cris conduziu pelo meio e deixou no bico da grande área para o atacante francês girar e contar com o desvio da zaga antes de balançar as redes. Mesmo em desvantagem, o Apoel se manteve fechado e atingiu seu objetivo inicial de levar a derrota por placar mínimo ao Chipre.

Apesar do favoritismo dos franceses, o jogo de volta será uma decisão emocionante. Precisando de gols, o Apoel deixará espaços ao Lyon que, pela melhor qualidade técnica, poderá aproveitar as chances que não teve nesta partida e conquistar a vaga jogando fora de seus domínios.

No frio congelante de São Petersburgo, Zenit e Benfica fizeram o confronto mais emocionante desta primeira parte das oitavas-de-final. Com direito a virada, golaço e dois gols nos minutos finais, os russos venceram por 3x2.

O Benfica abriu o placar logo no primeiro tempo após Maxi Pereira aproveitar o rebote do goleiro na cobrança de falta de Cardozo. 1x0.

Em desvantagem, os russos foram ao ataque e criaram boas chances de gol. Numa delas Shirokov não perdoou. Após cruzamento pela esquerda, o atacante russo pegou um bonito remate de primeira para empatar. 1x1.

Todavia, as maiores emoções estavam reservadas para a segunda etapa. Aos 28, o Zenit fez valer o ingresso e o sofrimento da torcida pelo frio. A virada russa veio de uma bonita jogada que começou com toque de calcanhar pelo alto. Dentro da grande área e sem deixar a bola cair, Bystrov cruzou para Semak. Ainda que pressionado pela marcação, ele completou de costas para o gol com mais um toque de calcanhar para delírio da torcida azul. Zenit 2x1.

O Zenit ainda desperdiçou algumas chances até que, aos 41 minutos veio o castigo. Falha do goleiro russo, que mais uma vez deixou a bola viva na pequena área, e o artilheiro paraguaio Cardozo completou. Benfica 2x2. Este placar estava excelente para os portugueses, que ainda estavam comemorando, quando Shirokov mais uma vez deixou o Zenit em vantagem. Maxi Pereira deu uma engrossada e a bola sobrou para o atacante russo. Ele tirou do goleiro e deu a vitória ao Zenit aos 43. 3x2.

No próximo encontro no Estádio da Luz, os russos jogam pelo empate, mas o Benfica leva a vaga vencendo por um gol de diferença.

O que seria o confronto mais equilibrado das oitavas-de-final tornou-se um baile italiano no San Siro. Com tempero ganês, sueco e brasileiro, o Milan goleou o Arsenal e ficou muito perto de estar entre os oito melhores clubes da Europa.

Antes do início da partida, o Arsenal se apoiava na maldição inglesa que assombrava o Milan em competições europeias e na esperança de que Henry fizesse uma despedida de gala. Entretanto, o que se viu no primeiro tempo foram as grandes atuações de Boateng e Ibrahimovic.

Logo aos 14 minutos, o ganês recebeu o lançamento dentro da grande área, matou no peito e acertou um chute de rara felicidade, fuzilando o arqueiro Szczesny. Lindo gol. A superioridade italiana continuou em função da falta de criatividade e de dificuldade do Arsenal em trocar passes no campo de ataque.

Ainda no primeiro tempo, Ibra recebeu nas costas de Sagna invadiu a área e, com muita calma e personalidade, colocou na cabeça de Robinho que só tirou do goleiro para ampliar. 2x0. O gol parece ter acordado o atacante brasileiro, que não vinha jogando bem desde outros jogos e estava tendo um primeiro tempo regular com muitos erros de passes.

Na etapa complementar, Henry foi a campo e logo no início a dupla de ataque rossenera voltou a ter sintonia. Ibrahimovic recebeu no meio, fez jogada individual pela esquerda e tocou para Robinho. A primeira tentativa bateu na zaga e voltou para o sueco. O segundo passe contou com o escorregão de Vermaelen e Robinho, da entrada da área, colocou a bola no canto direito de Szczesny. Segundo gol do brasileiro. 3x0.

O Arsenal ainda esboçou uma recuperação, mas cabia mais um. Ibra gingou para cima de Djourou e foi derrubado dentro da área. Pênalti! O próprio sueco fez a cobrança no canto e e deu o golpe de misericórdia. Milan 4x0 em grande noite de seu trio ofensivo.

A partida da volta em Londres será um treino de luxo para os italianos que podem perder por até quatro gols de diferença, caso anote um tento na casa do adversário. O Arsenal deve focar suas atenções na Premier League para assegurar sua vaga na próxima temporada já que o título está distante. Além disso, resta saber se Arsène Wenger, no comando da equipe inglesa desde 1996, permanecerá no Arsenal já que seu nome não é mais uma unanimidade nos arredores do Emirates Stadium.


Paulo Lopes.

terça-feira, 8 de março de 2011

Barcelona 3 x 1 Arsenal. Barcelona avança às quartas da Champions.

O Arsenal entrou em campo hoje para tentar a façanha de eliminar o "melhor time do mundo".
Jogando no Camp Nou a equipe de Londres desfalcada de seu "ponta" Walcott, precisava apenas de um empate. Seria simples e possível, se do outro lado não estivesse o grande Barcelona, time que joga o melhor futebol do mundo e que enche os olhos de quem gosta e ama o futebol. Resultado final: 3 x 1 Barcelona. Placar agregado: 4 x 3.


Equipes:

BARCELONA: Victor Valdés; Daniel Alves, Busquets, Abidal e Adriano (Maxwell); Mascherano (Keita), Xavi e Iniesta; Pedro, Messi e David Villa (Afellay). Técnico: Josep Guardiola.

ARSENAL: Szczesny (Almunia); Sagna, Djourou, Koscielny e Clichy; Diaby, Wilshere, Fábregas (Bendtner), Rosicky (Arshavin) e Nasri; Van Persie. Técnico: Arsène Wenger.



Jogo:

O Barça não deu espaços ao Arsenal, e sufocou desde o inicio com a marcação bem avançada. Pedro, Messi e Villa corriam como "loucos" para sufocar a defesa londrina. No 1º tempo, o Arsenal não conseguiu sequer fazer Valdés trabalhar e o jogo envolvente do Barça teve resultado aos 48 minutos. Gol de Messi. Após bola recuperada no campo de ataque, Iniesta lançou o argentino que tirou do goleiro e marcou um golaço. 
Muita gente apostava no Arsenal para essa partida, tudo porque o Barça improvisou sua dupla de zaga, deixando o time mais fraco em sua defesa. Mas com o ataque marcando sobre pressão e Mascherano como "cabeça de área" o Arsenal não armou grandes contra-ataques, e a tática de Wenger para o 1º tempo foi batida.

O 2º tempo começou do mesmo jeito, pressão na saída de bola e toques rápidos do Barça para chegar ao segundo gol. Eis que aos 8 minutos em rara descida pela esquerda, Nasri, conseguiu escanteio e na cobrança Busquets marcou contra. Placar: 1 x 1. Resultado que classificava o Arsenal.
O jogo parecia que ganharia equilíbrio e emoção até o final, mas Van Persie foi expulso logo após o gol de empate e complicou ainda mais as coisas para o time de Londres. O holandês que já tinha amarelo deu sequência a jogada após apito do árbitro.

Após a expulsão o Barça foi de vez pra cima e conseguiu o desempate em mais uma jogada de Iniesta, que passou pra Villa, que passou pra Xavi tocar na saída do goleiro. Placar: 2 x 1. Resultado levava para a prorrogação. Dois minutos depois o Barça matou a partida, Pedro sofreu penalti que Messi bateu e converteu. Placar 3 x 1. Barça classificado.

Antes do apito final, o "grosso" Bendtner não conseguiu dominar a bola dentro da área e desperdiçou a última e única chance do Arsenal em todo o jogo.

Aposta: Continuo apostando no Barcelona para levar essa Champions. É a equipe mais técnica e competitiva da atualidade. O time é muito forte e hoje quando todos pensavam que o Arsenal poderia matar o jogo no contra-ataque, viram que o time também sabe marcar muito bem. Além disso, todos os jogadores mostraram grande preparo físico, jogando no mesmo ritmo toda a partida.

Mas vamos esperar, porque o futebol sempre será uma caixinha de surpresas.


 

sábado, 15 de janeiro de 2011

Deu a lógica...

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15 de janeiro de 2011. West Ham x Arsenal. Campeonato Inglês.

Arsenal que briga na parte de cima da tabela jogou contra o desesperado West Ham, ultimo colocado da tabela e sério candidato ao rebaixamento. Os Gunners vieram a campo no seu 4-2-3-1:

Eboue, Djourou, Koscielny, Clichy;

Song, Wilshere;

Walcott, Fabregas, Nasri;

Van Persie.

Jogo tranqüilo para o time de Wenger que no primeiro tempo já fez 2 a 0 com Van Persie em boa jogada de Walcott pela direita que Nasri fez o corta luz e o holandês marcou, e Walcott com jogada pela esquerda de Van Persie que retribuiu ao companheiro. Já no segundo tempo mais uma construção coletiva com pênalti em Walcott que Van Persie marcou. 0 x 3 Arsenal.

Se esses dois jogadores participaram dos lances decisivos da partida e Fabregas é o craque do time, o time de vermelho tem ainda outros trunfos. Como sua dupla de volantes Song e o jovem Wilshere que além de marcarem bem, tem como característica marcante a boa saída de bola e a chegada ao ataque. E também o francês Nasri, que vive ótimo momento na temporada, e se não é um ponta característico como Walcott que atua aberto pelo outro lado, ajuda e muito Fabregas na armação das jogadas, e nesse jogo mostrou varias vezes boa movimentação da esquerda para a direita entrando em diagonal confundindo a defesa. Esse é o Arsenal que disputa o titulo do Campeonato Inglês, um time leve e habilidoso de jovens jogadores.

Já o West Ham parece que desta vez não escapa...

Felipe Xavier Pelin é corinthiano e gosta desse negócio chamado Futebol.

Seu Twitter é @felipexpelin

sábado, 8 de janeiro de 2011

Tá ruim, mas tá bom...

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8 de janeiro de 2011. Arsenal x Leeds. Copa da Inglaterra:

Fim de semana diferente da maioria na Inglaterra, já que ao invés de partidas valendo pelo Campeonato Inglês, serão disputas validas pela Copa da Inglaterra. Esta que é o torneio mais antigo do mundo, em explicação bem simplória, seria equivalente à nossa Copa do Brasil, ou seja é um torneio decidido no mata-mata e que inclui times de diversas divisões do pais.

Hoje tivemos em campo dois times de grande importância do futebol inglês. O favorito Arsenal, que todos conhecemos, e com certeza é um dos grandes na Inglaterra. E o Leeds, time tradicional, porém que hoje vive momentos não tão gloriosos de sua historia, já que depois de cair para a terceira divisão, faz boa campanha na segundona de lá, tendo chances de na próxima temporada voltar à divisão principal.

No primeiro tempo da peleja o jogo começou duro, ou pegado como se diz, demonstrando como seria sua continuidade. Mesmo assim a partir dos 15 minutos o Arsenal dominou o jogo até o fim da primeira etapa, levando perigo em bolas enfiadas por Rosicky e nos escanteios em que a defesa do Leeds ia muito mal.

O Arsenal tinha como esquema tático o 4-2-3-1 com:

Eboué, Squillaci, Djourou, Gibbs, na linha defensiva;

Os volantes eram Song e o brasileiro Denilson;

Bendtner, Rosicky, Arshavin, do meio pra frente;

Chamakh, centralizado no ataque.

Essa é uma idéia geral do seu posicionamento, porém em muitos momentos essas posições se invertiam de forma muito interessante, e característica do time de Wenger.

Já o Leeds, reconhecendo o favoritismo do rival tinha duas linhas de 4 jogadores com preocupação principal de marcar, e apenas Watt na ligação e Becchio isolado no ataque.

Assim o jogo foi para o segundo tempo. E logo no começo, Denilson fez falta dentro da área,e Snodgrass converteu a penalidade, anotando um placar inesperado para a partida. A partir daí os Gunners foram mais ainda ao ataque, e seu técnico Arsene Wenger começa a colocar no jogo seus principais nomes, que até então estavam no banco, para jogar. Fabregas entrou e obviamente deu mais qualidade na armação da equipe, e principalmente Walcott pela direita melhorou as opções de ataque. E em um desses lances sofreu pênalti no finalzinho do jogo, que Fabregas marcou.

Assim o resultado provocou um segundo jogo, lá chamado de Replay, para decidir quem avança para a próxima fase. Se para o Leeds um empate é ótimo pela superioridade do adversário, dentro das circunstancias do jogo, o placar final não deixou de ser frustrante. Já para o Arsenal o que seria um desastre, deu lugar ao alivio de evitar mais uma pipocada em momentos de decisão.

Felipe Xavier Pelin é corinthiano e gosta desse negócio chamado Futebol.

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Empate com vencedor...

5 de janeiro de 2010. Campeonato Inglês. Arsenal x Manchester City

Jogo importante do Campeonato Inglês com Arsenal x Manchester City. Os dois disputam as primeiras posições do campeonato, assim como o Manchester United que segue na liderança.

Os dois times vieram, com a formação da moda, no 4-2-3-1. O Arsenal com Sagna, Djourou, Koscielny, Clichy na linha de defesa; os dois volantes são Song e o ótimo Wilshere; à frente Walcott, Fabregas centralizado e Nasry; e de centro avante van Persie. O City na linha de defesa tinha Richards, C. Toure, Kompany e Zabaleta; De Jong e Barry defendendo no meio; e Milner, Y. Toure, Jô no meio, e isolado na frente Tevez.

Mesmo com o resultado final de 0 x 0 na peleja, os azuis saíram vitoriosos, já que estes pareciam preferir este placar. O time azul de Manchester se postou em campo com 9 jogadores de linha atuando defensivamente e apenas o brigador Carlitos à frente. Mesmo com a saída do brasileiro Jô, que jogava mal e fora de sua melhor posição aberto pelo lado do campo, para a entrada de A. Johnson nada melhorou. E o time se acomodou com a resultado de forma que reconhecia a superioridade do rival.

Já os Gunners, em casa, queriam ganhar o jogo. E fizeram por merecer com ataques perigosos e duas bolas na trave. O time de vermelho dominou a maior parte do jogo com muita movimentação e mais habilidade que o rival. Mas esbarraram em sua falta de referencia no ataque, já que van Persie, mesmo participando muito do jogo, não apresentou muita opção próximo do gol.

Ótimo jogo apesar do placar de dois times que brigam na parte superior da tabela pensando em títulos.

Felipe Xavier Pelin é corinthiano e gosta desse negócio chamado Futebol.

Seu Twitter é @felipexpelin

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