domingo, 17 de julho de 2011
Opinião: A visível recuperação do São Paulo após a saída de Carpegiani.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
OPINIÃO: Corinthians vence Inter no jogo mais difícil do time.
domingo, 10 de julho de 2011
OPINIÃO: Corinthians joga mal, mas bate Atlético-GO fora de casa.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
OPINIÃO: Em grande noite de Ralf, Corinthians bate Vasco e continua na liderança.
O Corinthians venceu o Vasco por 2x1 de virada, e continua na liderança do campeonato.
domingo, 3 de julho de 2011
Até agora decepcionante...

3 de julho de 2011. Brasil 0 x 0 Venezuela. Copa América:
Hoje o Brasil estreou na Copa América, e se a Argentina é uma das atrações da competição o Brasil obviamente também é, e como os hermanos qualquer resultado que não fosse uma “sacolada” contra a Venezuela não iria satisfazer as expectativas. E decepcionou...
O Brasil de Mano Menezes foi bem escalado, com:
Julio Cesar,
Dani Alves, Lucio, Thiago Silva, André Santos;
Lucas, Ramires;
Robinho, Ganso, Neymar;
Pato.
No esquema 4-2-3-1 e com escalação semelhante a da estréia de Mano como técnico, formação tática e equipe que não haviam se repetido até aqui. E confesso que tinha grandes expectativas de que poderia ser um estrondo, não foi.
Durante todo o jogo a seleção canarinho apesar de domínio das ações não levou perigo constante ao adversário. Muito pela “ausência” de Ganso, que é peça fundamental no esquema.
Mas o maior motivo do mau desempenho não foi a escalação e nem tática, foi de postura. A seleção como um todo parecia ter uma aura da firula, nas poucas oportunidades que tivemos boa parte foi perdida por isso. Um toque a mais, um enfeitadinha, uma pose, e não tinha a definição do lance. Não sou daqueles que acha um desrespeito o drible ou uma tabela, nem mesmo se isso não for feito buscando o gol, porque entendo que o futebol é um jogo de dominação, e muitas vezes um drible ou tabelinha mesmo que improdutiva subjuga o adversário, mostra superioridade, ou ate mesmo irrita. Portanto deve existir, mas não é o objetivo final do jogo, lógico.
Se Mano terá aspectos táticos e técnicos para trabalhar até o próximo jogo, também terá que trabalhar a cabeça dos jogadores, e buscar objetividade da equipe, e com certeza mais participação de Ganso. E se paciência não é uma virtude da “torcida” brasileira e nem coerência a da CBF, essa Copa América é muito importante para Mano Menezes...
Felipe Xavier Pelin é corinthiano e gosta desse negócio chamado Futebol.
Seu Twitter é @felipexpelin
sábado, 2 de julho de 2011
Inesperado resultado...

1 de julho de 2011: Argentina 1 x 1 Bolivia. Copa América 2011:
Começou a Copa América! Se não é dos torneios mais importantes do cenário mundial tem seu atrativos. E um deles com certeza é a Argentina. Jogando em casa na estréia da competição qualquer resultado que não fosse uma sonora vitoria não seria esperado, ainda mais contra a limitada Bolívia. E decepcionaram...
A seleção Argentina começou formando um 4-3-3, com:
Zanetti, Burdisso, Gabri Milito, Rojas;
Banega, Mascherano, Cambiasso
Lavezzi, Messi e Tevez.
Um esquema tático cauteloso demais para a ocasião, onde Masch atuava de primeiro volante quase enfiado entre seus zagueiros, com Cambiasso e Banega de volantes de saída com a obrigação de armar o time. E não foi o que aconteceu, a partir daí Messi voltou demais para tentar conduzir o time, e até fez bem, driblando e dando passes para os atacantes que atuavam abertos, Tevez e Lavezzi. Porém , com isso se distanciou demais da área. Por isso penso que o esquema foi demais cauteloso, já que se era para o 10 argentino voltar tanto, que saísse um segundo volante para ter uma referencia na área.
E foi o que aconteceu no segundo tempo. Com a entrada de Di Maria, que abriu no ataque, no lugar de Cambiasso, Tevez passou a jogar centralizado (do meio para a frente), com:
Mascherano, Banega;
Lavezzi, Messi, Di Maria;
Tevez.
Quando parecia que as coisas poderiam melhor para os de azul e branco, a Bolívia, na falha de Banega, abre o placar inesperado. O restante da partida se viu os donos da casa com alto grau de nervosismo, mesmo com a saída de Lavezzi, que fez péssima partida, e a entrada de Aguero para empatar o jogo do meio pro fim da ultima etapa, o resultado final teve gosto para lá de amargo para os hermanos.
Dificilmente o time de Messi não ira se classificar para o restante da competição, e seu técnico deve repensar a forma de jogar. Se tentou proporcionar o mesmo cenário tatico para Lionel que tem no Barcelona, não deu certo. Mas de longe não acho que a seleção Argentina será só isso, e tende a crescer, até porque pior é difícil...
Felipe Xavier Pelin é corinthiano e gosta desse negócio chamado Futebol.
Seu Twitter é @felipexpelin
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Padrão de comportamento...

30 de junho de 2011. Bahia 0 x 1 Corinthians. Campeonato Brasileiro:
Escrevo após o jogo para fazer coro ao grande corinthiano Carlão, que mais rápido no gatilho, escreveu primeiro.
No ultimo jogo do nosso Corinthians comecei a perceber um possível padrão do nosso “comandante” Tite. Sei que a maioria não aprova muitas das decisões vindas do técnico e talvez até chova no molhado, mas de qualquer forma...
Parece que o técnico Tite leva a serio demais a máxima de que empate fora de casa é bom resultado, e muitas vezes prefere até do que ganhar. Como aconteceu contra o Flamengo em um jogo que poderíamos ter ganho se não tivéssemos recuado tanto após o gol. E isso aconteceu de novo! Dessa vez contra o Bahia, que só não empatou, pois Julio Cesar estava em noite inspirada. E o padrão se revela com sinais bem claros. Basta olhar o posicionamento do Jorge Henrique: se o time quer jogar ele esta no ataque, como deve, marcando o lateral, fechando em diagonal, ou invertendo com o meia centralizado; mas quando o time não quer jogar, o baixinho entra na linha dos volantes e por lá fica no setor defensivo.
Esse movimento é tão nítido e claro que não parece e nem deve ser uma atitude tomada pelo jogador, e sim uma variação tática. Vi isso acontecer na Copa do Mundo de 2010 com o Uruguai, do excelente técnico Oscar Tabárez, onde Álvaro Pereira hora estava na linha dos meias ao lado de Forlan e Cavani, hora com o volantes Perez e Arévalo. Não acho nenhum absurdo isso acontecer, em muitos casos, só acho extremamente inadequado no caso do Timão onde tomávamos conta do jogo e do meio de campo, abrir mão dessa para nos plantarmos em frente à área e esperar o adversário.
Com isso corinthianos, quero dizer que obviamente devemos ficar felizes com os resultados até aqui e a liderança, mas não em demasia! Temos que enxergar o nosso jogo, e não cair na bobagem de achar que tudo em campo esta horrível quando perdemos e nem lindo quando ganhamos...
Felipe Xavier Pelin é corinthiano e gosta desse negócio chamado Futebol.
Seu Twitter é @felipexpelin



